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fluize

Idioma da página: PTEN

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Cursos de idiomas. O francês está aberto por pedido de acesso.

Aprenda a frase dentro da cena.

Num café de bairro, Camille entrega uma xícara de café à Mia, do outro lado do balcão. Só a xícara está em cor, azul.
« Je voudrais un café, s’il vous plaît. »
“I’d like a coffee, please.”
«Vorrei un caffè, per favore.»
“Eu queria um café, por favor.”

Quatro balcões, o mesmo pedido.

Um programa só, do primeiro “bom dia” às situações do dia a dia. Em cada unidade, uma história curta, e você escolhe como estudá-la hoje: em imagens, de ouvido ou em voz alta. A regra fica à mão, para consultar depois de ouvir.

Não há cadastro: o acesso é por pedido, e o Básico é gratuito. Sem promessa de fluência com prazo.

Um programa. Vários modos.

Cada unidade é uma história curta. Você escolhe como estudá-la: por imagens, por escuta ou falando. Depois pode aprofundar pela regra, pelos exercícios e pelos sons. Há uma canção em algumas unidades, e as frases voltam dias depois para você lembrar.

Um modo de cena (Escuta, Falar, ou Imagens com a história ouvida) fecha a unidade: você pode seguir, o que não quer dizer que já sabe. Os outros modos treinam outra coisa com as frases da unidade, em outro dia; a Canção traz uma canção tradicional ligada ao tema.


Os modos servem para rever o mesmo conteúdo de outro jeito. Não são “o método do seu estilo”.

Básico 1 · Unidade 1 · Bonjour ! (os 8 quadros reais)

  1. No corredor de um prédio, Mia carrega uma caixa grande de mudança. Só a caixa está em cor, amarela.
    C'est Mia, avec un gros carton.
  2. No mesmo corredor, Paul, o vizinho aposentado, está de pé diante da porta dele. Só a porta está em cor, vermelha.
    Devant la porte rouge, c'est Paul, le voisin.
  3. Paul acena para a Mia, com um sorriso largo. Só o Paul está em cor, azul.
    Paul dit : « Bonjour ! Je suis Paul. Vous êtes Maria ? »
  4. Mia, sorrindo, põe a mão no peito para dizer o nome. Só a Mia está em cor, amarela.
    Elle dit : « Non, je m'appelle Mia. »
  5. Paul, sem graça, está com as bochechas bem vermelhas e coça a cabeça. Só as bochechas estão em cor, vermelhas.
    Paul est tout rouge : « Oh, pardon ! Enchanté, Mia ! »
  6. No corredor, Paul se inclina para falar com a Léa, a filha pequena da Mia, que usa uma mochila. Só a Léa está em cor, em azul.
    Paul dit à Léa : « Comment tu t'appelles ? »
  7. Léa, mais à vontade, faz carinho num gato que sai da casa do Paul. Só o gato está em cor, amarelo.
    Elle s'appelle Léa. Et le chat ? Il s'appelle Filou.
  8. Mia, com a caixa nos braços, se despede com um aceno de mão; Paul e o gato a veem ir. Só o casaco da Mia está em cor, vermelho.
    Mia dit : « Au revoir, Paul, à bientôt ! »

O núcleo da unidade: uma história em 8 quadros. Tudo o que os modos mostram sai daqui.

Os oito modos

  1. ImagensA história em imagens, uma frase por vez.
  2. EscutaOuça a história e responda em voz alta.
  3. O pontoA regra que a história usou, e o porquê.
  4. ExercíciosCompletar, pôr em ordem, escrever o que ouve.
  5. SonsUm som por vez: ouvir, distinguir, dizer.
  6. FalarEnsaie a cena em voz alta, no seu ritmo.
  7. CançãoUma canção tradicional, com o que ela tem em comum com a unidade.
  8. Eu guardoA imagem volta sem a frase: diga e confira.

Cada língua tem a sua cor e o seu mundo.

O desenho é sempre em traço, com uma coisa só em cor: a coisa de que a frase fala. Na página do Fluize, a cor diz de que língua é a cena. Inglês, italiano e português ainda não têm curso. As frases desta página são amostras do método.

Ao ar livre

Num bosque com neve, Léa enrola o xarope de bordo num palito. Só o gorro dela está em cor, azul.

« Il neige : Léa met sa tuque. »

Français · Québec · a cabane à sucre

Num lago com pinheiros, pai e filha carregam uma canoa até a água. Só a canoa está em cor, vermelha.

“The canoe is ready.”

English · Canadá · o lago

Numa ruela perto da praça, uma moça tira o capacete ao lado da lambreta, e um amigo acena da mesa de um café. Só a lambreta está em cor, verde.

«Lo scooter è in piazza.»

Italiano · Itália · a piazza

Na praia, uma família descansa sob o guarda-sol, e duas pessoas jogam frescobol. Só o guarda-sol está em cor, amarelo.

“O guarda-sol é nosso.”

Português · Brasil · a praia

Numa festa ao ar livre, com fogueira e lanternas, Tom toca violão e as crianças batem palmas. Só o violão está em cor, azul.

« Ce soir, Tom joue de la guitare. »

Français · Québec · a Saint-Jean

Na rua e no mercado

Numa feira de rua, Paul chega empurrando a bicicleta, com pão e alho-poró na cesta. Só a bicicleta está em cor, azul.

« Paul va au marché à vélo. »

Français · O mercado, sábado de manhã

Numa esquina do centro, na hora do almoço, um cozinheiro atende pela janela de um food truck. Só o food truck está em cor, vermelho.

“The food truck is on the corner.”

English · No centro da cidade · a hora do almoço

Numa banca de legumes, o vendedor pesa tomates para um senhor. Só o toldo está em cor, verde.

«I pomodori sono sotto la tenda.»

Italiano · Itália · o mercato

Numa feira livre, o vendedor entrega um pastel a uma mulher, e um menino toma caldo de cana. Só os pastéis estão em cor, amarelos.

“O pastel está quentinho.”

Português · Brasil · a feira

Em família

Numa rua francesa, de manhã cedo, o padeiro entrega um pão a uma cliente na porta da padaria. Só o avental dele está em cor, azul.

« Le boulanger porte un tablier. »

Français · Na França · a boulangerie

Numa pista de gelo, uma menina amarra os patins sentada num banco. Só as luvas dela estão em cor, vermelhas.

“Her mittens are warm.”

English · Canadá · a pista de gelo

Num almoço de família sob a pérgola, a avó traz um vaso de manjericão para a mesa. Só o manjericão está em cor, verde.

«La nonna porta il basilico.»

Italiano · Itália · o almoço de domingo

Numa festa junina no pátio de uma escola, com bandeirinhas, uma criança segura uma espiga de milho assado. Só o milho está em cor, amarelo.

“Hoje tem milho na festa.”

Português · Brasil · a festa junina

As quatro línguas

Guardamos o seu pedido para quando o curso abrir. Espanhol: depois.

Os oito modos, um por um.

Cada modo diz, logo abaixo do nome, se fecha a unidade.

Tela real do modo Imagens no celular

Imagens

A história em imagens, uma frase por vez.

Fecha a unidade, se você ouviu a história.

Como funciona
A história em quadros, uma frase por vez. Só o elemento de que a frase fala está em cor, e a tradução fica a um toque.
O que você ganha
Você entende a cena e liga cada frase ao que ela quer dizer. É um modo para entender; para dizer, há outros.
Quando escolher este modo
No primeiro contato com a unidade, antes de qualquer pergunta. Ou com uma criança ao lado: no “ler a dois”, você lê em voz alta, para ela, a pergunta simples que aparece na tela.
A evidência deste modo

O que a pesquisa sustenta, e o que não

Em estudos com palavras soltas, ter um apoio de sentido ao lado do texto ajudou a aprendê-las, e somar imagem e tradução ajudou mais do que a tradução sozinha.

Força da evidência: Média. Sobre o desenho com uma cor só, não achamos estudo.

O limite: Ver a cena ajuda a entender, não a falar. E o ganho diminui com o tempo se você não voltar à frase em outro dia.

Fontes. Lemos os resumos dos estudos, não os textos completos: Ramezanali, Uchihara e Faez 2021, Shintani, Li e Ellis 2013.

Tela real do modo Escuta no celular

Escuta

Ouça a história e responda em voz alta.

Fecha a unidade, com a história e o outro ponto de vista ouvidos e a resposta de cada pergunta revelada.

Como funciona
Você ouve a história curta um fato por vez. Depois de cada fato, responde em voz alta a perguntas simples sobre ele, quase sempre duas (sim ou não, depois "ou… ou…"); a resposta só aparece depois de uma pausa. No fim, vem a mesma história contada de outro ponto de vista. A história inteira e o ponto de vista ficam à mão para ouvir de novo, quantas vezes quiser.
O que você ganha
Você treina o ouvido com uma história que entende, e tenta responder antes de ver a resposta.
Quando escolher este modo
Como primeiro contato ou depois das Imagens, num lugar em que dá para falar em voz alta. Vale ouvir de novo em outro dia.
A evidência deste modo

O que a pesquisa sustenta, e o que não

Ouvir o que se entende é a base de aprender uma língua. Em estudos com palavras, tentar lembrar antes de ver a resposta fixou mais do que reestudar; aplicar isso à pergunta falada é aposta nossa.

Força da evidência: Forte para lembrar palavras. Para a resposta falada a uma pergunta ouvida, é leitura nossa.

O limite: Uma escuta deixa pouco, e uma unidade tem pouco para ouvir: é preciso voltar à história em outros dias e ouvir mais francês fora do curso. E o app não ouve você; só funciona se você tentar responder de verdade.

Fontes. Lemos os resumos dos estudos, não os textos completos: Karpicke e Roediger 2008, Brown, Waring e Donkaewbua 2008.

Tela real do modo O ponto no celular

O ponto

A regra que a história usou, e o porquê.

Modo concluído: não fecha a unidade sozinho.

Como funciona
A regra que a história usou, com tabela e exemplos para ouvir. A regra fica fechada até você abrir. Depois você ouve pares de frases e decide o que cada uma quer dizer.
O que você ganha
Você fica sabendo a regra que a história usou e tem onde consultar: para que serve, a tabela, onde o português ou o inglês ajuda e onde engana.
Quando escolher este modo
Depois de ouvir a história, quando você quer saber por que a frase é assim. Ou antes de escrever uma mensagem, para conferir.
A evidência deste modo

O que a pesquisa sustenta, e o que não

Nos estudos, ensinar a regra de forma explícita deu ganho nos testes de gramática. Eram cursos de várias horas; aqui é uma tela para consultar depois de ouvir a história, bem menos do que isso.

Força da evidência: Forte para o ganho medido em cursos de várias horas; contestada para a fala espontânea. Para uma tela de consulta, é leitura nossa.

O limite: Saber a regra não é o mesmo que usá-la falando. Esse passo pede prática de produção, em outro modo. Este modo não fecha a unidade sozinho.

Fontes. Lemos os resumos dos estudos, não os textos completos: Norris e Ortega 2000, Shintani, Li e Ellis 2013.

Tela real do modo Exercícios no celular

Exercícios

Completar, pôr em ordem, escrever o que ouve.

Modo concluído: não fecha a unidade sozinho.

Como funciona
Completar, conjugar, pôr em ordem e escrever o que ouve. Você responde primeiro; depois vê a resposta e uma linha de porquê. Sem nota e sem relógio.
O que você ganha
Você monta por escrito, com calma, as frases da unidade, e vê o porquê de cada resposta, também quando acerta.
Quando escolher este modo
Depois de ouvir a história ou de ver a regra, quando você pode escrever com calma. É opcional.
A evidência deste modo

O que a pesquisa sustenta, e o que não

Nos estudos, tentar responder antes de ver a resposta fixou mais do que reler, e uma explicação curta rendeu mais do que só “certo” ou “errado”. Isso foi medido com fatos e palavras; para formas de gramática é aposta nossa.

Força da evidência: Forte para lembrar fatos e palavras. Para formas de gramática e para estes tipos de exercício, é leitura nossa.

O limite: Acertar no exercício não garante acertar falando. E não temos estudo sobre estes tipos de exercício em si: a escolha deles é aposta nossa. É opcional, e não fecha a unidade sozinho.

Fontes. Lemos os resumos dos estudos, não os textos completos: Yang et al. 2021.

Tela real do modo Sons no celular

Sons

Um som por vez: ouvir, distinguir, dizer.

Modo concluído: não fecha a unidade sozinho.

Como funciona
Um som por unidade: você vê como a boca faz, ouve o contraste e decide qual ouviu. Depois diz e grava.
O que você ganha
Você treina ouvir melhor um som novo da língua. O alvo é ser entendido.
Quando escolher este modo
Num lugar silencioso ou com fones, quando duas palavras parecem iguais ao seu ouvido.
A evidência deste modo

O que a pesquisa sustenta, e o que não

Nos estudos, treinar o ouvido com várias vozes melhorou a percepção dos sons novos e, um pouco, a pronúncia. Eram treinos mais longos do que um ponto de som por unidade.

Força da evidência: Forte para o ouvido e média para a boca, com vozes de pessoas e treinos mais longos. Com vozes geradas, é leitura nossa.

O limite: O alvo é ser entendido, não perder o sotaque. O app não avalia a sua fala, e as vozes são geradas: os estudos usaram vozes de pessoas. Quando uma frase ainda não tem as vozes gravadas, toca a voz do aparelho, e o app avisa. Este modo não fecha a unidade sozinho.

Fontes. Lemos os resumos dos estudos, não os textos completos: Uchihara, Karas e Thomson 2025, Saito e Plonsky 2019.

Tela real do modo Falar no celular

Falar

Ensaie a cena em voz alta, no seu ritmo.

Fecha a unidade, com o diálogo levado até o fim.

Como funciona
Você ensaia a cena em voz alta, no seu ritmo: escolhe o que quer dizer, diz, e ouve dois modelos. Pode gravar e comparar.
O que você ganha
Você chega com as frases ensaiadas. É ensaio: o app não ouve nem corrige.
Quando escolher este modo
Na véspera de uma situação real, como a porta da escola, o café ou uma ligação. Depois de ouvir a história, e onde dá para falar em voz alta.
A evidência deste modo

O que a pesquisa sustenta, e o que não

Em dois estudos isolados, dizer palavras novas em voz alta ajudou a lembrá-las, e repetir a mesma fala manteve a fala mais solta. Para o ensaio de diálogo em si não achamos estudo: é aposta nossa.

Força da evidência: Média para palavras; fraca para o ensaio de diálogo, para o qual não achamos estudo.

O limite: É ensaio, não conversa: o app não ouve nem corrige você. O que a pesquisa mostra com mais força é conversar com alguém que responde.

Fontes. Lemos os resumos dos estudos, não os textos completos: Icht e Mama 2022.

Tela real do modo Canção no celular

Canção

Uma canção tradicional, com o que ela tem em comum com a unidade.

Modo concluído: não fecha a unidade.

Como funciona
Uma canção tradicional francesa ligada ao tema, com o que a letra tem em comum com a unidade destacado. O app avisa o que na letra você ainda não estudou.
O que você ganha
Um reencontro a mais com a língua, pelo som e pelo ritmo. É opcional.
Quando escolher este modo
Depois dos outros modos, como descanso. Ou com uma criança, para cantar junto.
A evidência deste modo

O que a pesquisa sustenta, e o que não

Em alguns estudos, cantar ajudou a lembrar frases e a soar melhor numa língua nova. E uma canção se repete por gosto.

Força da evidência: Fraca. São poucos estudos, e eles divergem.

O limite: A pesquisa diverge: há estudo em que cantar atrapalhou lembrar a letra. E os estudos fizeram a pessoa ouvir e cantar; aqui, hoje, há a letra, lida em voz falada, e um link para a canção. É um reencontro a mais, opcional, e não fecha a unidade.

Fontes. Lemos os resumos dos estudos, não os textos completos: Ludke, Ferreira e Overy 2014, Racette e Peretz 2007.

Tela real do modo Eu guardo no celular

Eu guardo

A imagem volta sem a frase: diga e confira.

Não fecha a unidade: é a volta, em outro dia.

Como funciona
Dias depois, a imagem volta sem a frase. Você diz a frase em voz alta, toca e confere. Sem nota: é você quem diz se lembrou.
O que você ganha
Você reencontra as frases em outro dia e tenta lembrá-las antes de ver. É a volta de uma unidade que você já estudou.
Quando escolher este modo
Nos dias em que o app traz os quadros de volta, com poucos minutos. Não no mesmo dia em que você estudou a unidade.
A evidência deste modo

O que a pesquisa sustenta, e o que não

Tentar lembrar, em dias espaçados, é a maneira de estudar com a evidência mais forte: nos estudos, rendeu mais do que reler e do que repetir tudo no mesmo dia. Isso foi medido com palavras e fatos.

Força da evidência: Forte para palavras e fatos. Para frases inteiras ditas em voz alta, é leitura nossa.

O limite: Para frases inteiras ditas em voz alta, é aposta nossa. Os dias em que a imagem volta são escolha nossa, e só funciona se você tentar antes de olhar. Não fecha a unidade: é a volta de uma unidade que você já estudou.

Fontes. Lemos os resumos dos estudos, não os textos completos: Latimier, Peyre e Ramus 2021.

Fechar a unidade com um modo de cena é decisão nossa, não achado de pesquisa. Entre as maneiras de estudar, a que tem a evidência mais forte é voltar ao mesmo conteúdo em outro dia e tentar lembrá-lo; isso foi medido com palavras e fatos.

Como lemos a força da evidência
Forte
muitos estudos, com material e gente parecidos com os nossos.
Média
há estudos, mas longe do nosso caso: criança, laboratório, outra língua.
Fraca
poucos estudos pequenos, ou resultados que divergem.

Mesmo o que é forte foi medido em condições que não são as do nosso app.

A primeira aula, em quatro passos.

É a unidade 1 do Básico 1, como ela aparece no celular.

  1. Tela real da unidade 1 no celular: o título, o primeiro quadro e o resumo da cena

    Abra a unidade 1, « Bonjour ! ».

    Primeiro dia no prédio. Mia chega com uma caixa e com a filha, Léa. No corredor, o vizinho, Paul, abre a porta… e erra o nome dela.

  2. Tela real do modo Imagens: o quadro da porta vermelha e a frase em francês

    Veja a história em 8 quadros.

    Uma frase por quadro. Só o elemento de que a frase fala está em cor. Toque para ouvir; a tradução fica a um toque.

  3. Tela real com o leque dos oito modos aberto sobre a história

    Troque de modo quando quiser.

    O botão dos modos abre os outros jeitos de estudar a mesma história.

  4. Tela real do modo Eu guardo: o quadro sem a frase e a pista do que dizer

    No dia seguinte, o “Eu guardo”.

    A imagem volta sem a frase. Você diz em voz alta, toca e confere. É você quem diz se lembrou.

O que esperar, e o que não prometemos.

O que você pode esperar

  • No fim do Básico: ter ensaiado as situações do dia a dia que o programa cobre, para se virar nelas com calma. Apresentar-se, pedir, combinar, contar o que fez. Hoje estão escritas as 8 unidades do Básico 1; as outras 16 estão no programa e ainda não existem.
  • Se você já estudou a língua: boa parte volta, e mais rápido do que aprender do zero. Não prometemos que tudo volta: o vocabulário volta melhor que verbo e pronome, que é onde está o trabalho.
  • Unidades curtas, que terminam: uma história de 6 a 8 quadros, e cada modo tem fim.
  • As mesmas frases voltam em outros dias, cada vez mais distantes. É lembrete, não cobrança.
  • Explicações em português ou em inglês, e um tom calmo. Errar faz parte.

O que não prometemos

  • Não: fluência, nem prazo. Não temos dado para isso.
  • Não: jogo. Sem pontos, troféus, sequência de dias ou relógio.
  • Não: nota para a sua fala. O app não ouve nem corrige você.
  • Não: “o método do seu estilo”. Não há evidência de que casar o formato com a preferência ajude a aprender mais.
  • Não: facilidade. Tentar lembrar dá trabalho, e é esse trabalho que fixa.
  • Não: que o curso baste. O volume de escuta e de leitura que uma língua pede vem de fora dele.
  • Não: sotaque nativo. O alvo é ser entendido.

Peça o seu acesso.

Não há cadastro. Você pede, e a resposta vai por e-mail. O Básico é gratuito.

Depois do pedido

  1. Lemos o pedido. As contas são criadas à mão, uma a uma, e isso pode levar alguns dias.
  2. Você recebe por e-mail o endereço para entrar e uma senha provisória.
  3. Para inglês, italiano e português, guardamos o seu pedido para quando o curso abrir.

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