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Os oito modos, em detalhe.

Escuta, Falar ou Imagens com a história ouvida: um deles fecha a unidade. Fechar quer dizer que você pode seguir, não que já sabe. Os outros modos treinam outra coisa com as frases da unidade, em outro dia; a Canção traz uma canção tradicional ligada ao tema.

Tela real do modo Imagens no celular

Imagens

A história em imagens, uma frase por vez.

Fecha a unidade com a história ouvida

Como funciona
A história em quadros, uma frase por vez. Só o elemento de que a frase fala está em cor, e a tradução fica a um toque.
Como usar
  1. Ouça o áudio de cada quadro antes de abrir a tradução. (sugestão nossa)
  2. Olhe a parte em cor: é dela que a frase fala.
  3. Com alguém ou sozinho, use o “Ler a dois”: ouça a frase, responda à pergunta em voz alta, depois veja a resposta.
O que você ganha
Você entende a cena e liga cada frase ao que ela quer dizer. É um modo para entender; para dizer, há outros.
Quando escolher este modo
No primeiro contato com a unidade, antes de qualquer pergunta. Com alguém ou sozinho, no “Ler a dois”: ouça a frase e responda em voz alta à pergunta simples da tela.
Quando conta como feito
Todos os quadros ouvidos uma vez, mesmo em dias diferentes. Os pontinhos marcam os que você já ouviu.

O que a pesquisa sustenta, e o que não

Em estudos com palavras soltas, ter um apoio de sentido ao lado do texto ajudou a aprendê-las, e somar imagem e tradução ajudou mais do que a tradução sozinha.

Força da evidência: Média. Sobre o desenho com uma cor só, não achamos estudo.

O limite: Ver a cena ajuda a entender, não a falar. E o ganho diminui com o tempo se você não voltar à frase em outro dia.

Fontes. Lemos os resumos dos estudos, não os textos completos: Ramezanali, Uchihara e Faez 2021, Shintani, Li e Ellis 2013.

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Escuta

Responda fato a fato, depois ouça o outro ponto de vista.

Fecha a unidade quando você responde fato a fato e ouve o outro ponto de vista

Como funciona
Você ouve a história curta um fato por vez. Depois de cada fato, responde em voz alta a perguntas simples sobre ele, quase sempre duas (sim ou não, depois “ou… ou…”); a resposta só aparece depois de uma pausa. No fim, vem a mesma história contada de outro ponto de vista. A história inteira e o ponto de vista ficam à mão para ouvir de novo, quantas vezes quiser.
Como usar
  1. Ouça um fato e responda em voz alta na pausa. Errar faz parte: a resposta vem logo depois.
  2. Depois, ouça o outro ponto de vista: a mesma história com uma coisa diferente (quem conta, ou quando). Repare no que mudou.
  3. Volte à história inteira em outro dia e ouça de novo.
O que você ganha
Você treina o ouvido com uma história que entende e responde em voz alta, na pausa, antes de a resposta aparecer.
Quando escolher este modo
Como primeiro contato ou depois das Imagens, num lugar em que dá para falar em voz alta. Vale ouvir de novo em outro dia.
Quando conta como feito
Passar por todas as perguntas com o Começar (ou o Continuar), esperando cada resposta aparecer sozinha, até o fim da história; e ouvir o outro ponto de vista até o fim. Pode ser em dias diferentes, no mesmo aparelho, em até 30 dias.

O que a pesquisa sustenta, e o que não

Ouvir o que se entende é a base de aprender uma língua. Em estudos com palavras, tentar lembrar antes de ver a resposta fixou mais do que reestudar; aplicar isso à pergunta falada é aposta nossa.

Força da evidência: Forte para lembrar palavras. Para a resposta falada a uma pergunta ouvida, é leitura nossa.

O limite: Uma escuta deixa pouco, e uma unidade tem pouco para ouvir: é preciso voltar à história em outros dias e ouvir mais da língua fora do curso. E o app não ouve você: o treino de responder só funciona se você tentar de verdade.

Fontes. Lemos os resumos dos estudos, não os textos completos: Karpicke e Roediger 2008, Brown, Waring e Donkaewbua 2008.

Tela real do modo O ponto no celular

O ponto

As regras que a história usou, e o porquê.

Não fecha a unidade sozinho

Como funciona
As regras que a história usou, uma depois da outra, com tabela e exemplos para ouvir. Cada regra fica fechada até você abrir. Depois você ouve pares de frases e decide o que cada uma quer dizer.
Como usar
  1. Venha depois de ouvir a história: os exemplos já são conhecidos.
  2. Abra a regra quando quiser; não é para decorar.
  3. Em “Escute e decida”, decida de ouvido antes de ler.
O que você ganha
Você fica sabendo as regras que a história usou e tem onde consultar: para que serve, a tabela, onde o português ou o inglês ajuda e onde engana.
Quando escolher este modo
Depois de ouvir a história, quando você quer saber por que a frase é assim. Ou antes de escrever uma mensagem, para conferir.
Quando conta como feito
Responder ao “Escute e decida” de cada regra (na regra que não tem, ouvir os exemplos dela), ou tocar em “Terminei este modo”.

O que a pesquisa sustenta, e o que não

Nos estudos, ensinar a regra de forma explícita deu ganho nos testes de gramática. Eram cursos de várias horas; aqui é uma tela para consultar depois de ouvir a história, bem menos do que isso.

Força da evidência: Forte para o ganho medido em cursos de várias horas; contestada para a fala espontânea. Para uma tela de consulta, é leitura nossa.

O limite: Saber a regra não é o mesmo que usá-la falando. Esse passo pede prática de produção, em outro modo. Este modo não fecha a unidade sozinho.

Fontes. Lemos os resumos dos estudos, não os textos completos: Norris e Ortega 2000, Shintani, Li e Ellis 2013.

Tela real do modo Exercícios no celular

Exercícios

Completar, pôr em ordem, escrever o que ouve.

Não fecha a unidade sozinho

Como funciona
Completar, conjugar, pôr em ordem e escrever o que ouve. Você responde primeiro; depois vê a resposta e uma linha de porquê. Sem nota e sem relógio.
Como usar
  1. Tente sempre antes de olhar.
  2. Leia o porquê também quando acertar.
  3. Errar faz parte, e achar difícil também: não quer dizer que deu errado.
O que você ganha
Você monta por escrito, com calma, as frases da unidade, e vê o porquê de cada resposta, também quando acerta.
Quando escolher este modo
Depois de ouvir a história ou de ver a regra, quando você pode escrever com calma. É opcional.
Quando conta como feito
Cada item respondido uma vez, certo ou não, ou o toque em “Terminei este modo”.

O que a pesquisa sustenta, e o que não

Nos estudos, tentar responder antes de ver a resposta fixou mais do que reler, e uma explicação curta rendeu mais do que só “certo” ou “errado”. Isso foi medido com fatos e palavras; para formas de gramática é aposta nossa.

Força da evidência: Forte para lembrar fatos e palavras. Para formas de gramática e para estes tipos de exercício, é leitura nossa.

O limite: Acertar no exercício não garante acertar falando. E não temos estudo sobre estes tipos de exercício em si: a escolha deles é aposta nossa. É opcional, e não fecha a unidade sozinho.

Fontes. Lemos os resumos dos estudos, não os textos completos: Yang et al. 2021.

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Sons

Um som por vez: ouvir, distinguir, dizer.

Não fecha a unidade sozinho

Como funciona
Um som por unidade: você vê como a boca faz, ouve o contraste e decide qual ouviu. Depois diz e grava.
Como usar
  1. Com fone ou em lugar calmo, decida de ouvido antes de ver.
  2. Depois, repita em voz alta e grave: aqui, repetir é o treino.
  3. Ouça a sua gravação e o modelo; escute o que a dica aponta.
O que você ganha
Você treina ouvir melhor um som novo da língua. O alvo é ser entendido.
Quando escolher este modo
Num lugar silencioso ou com fones, quando duas palavras parecem iguais ao seu ouvido.
Quando conta como feito
Todas as decisões de ouvido e cada frase de “Depois, a boca” dita, ou o toque em “Terminei este modo”.

O que a pesquisa sustenta, e o que não

Nos estudos, treinar o ouvido com várias vozes melhorou a percepção dos sons novos e, um pouco, a pronúncia. Eram treinos mais longos do que um ponto de som por unidade.

Força da evidência: Forte para o ouvido e média para a boca, com vozes de pessoas e treinos mais longos. Com vozes geradas, é leitura nossa.

O limite: O alvo é ser entendido, não perder o sotaque. O app não avalia a sua fala, e as vozes são geradas: os estudos usaram vozes de pessoas. Quando uma frase ainda não tem as vozes gravadas, toca a voz do aparelho, e o app avisa. Este modo não fecha a unidade sozinho.

Fontes. Lemos os resumos dos estudos, não os textos completos: Uchihara, Karas e Thomson 2025, Saito e Plonsky 2019.

Tela real do modo Falar no celular

Falar

Ensaie a cena em voz alta, no seu ritmo.

Fecha a unidade quando você leva o diálogo até o fim

Como funciona
Você ensaia a cena em voz alta, no seu ritmo: escolhe o que quer dizer, diz, e ouve dois modelos. Pode gravar e comparar.
Como usar
  1. Venha depois de ouvir a história. (sugestão nossa)
  2. Diga em voz alta de verdade, antes de ouvir os modelos.
  3. Se quiser, grave e compare com os modelos.
O que você ganha
Você chega com as frases ensaiadas. É ensaio: o app grava se você quiser, mas não avalia nem corrige.
Quando escolher este modo
Na véspera de uma situação real, como a porta da escola, o café ou uma ligação. Depois de ouvir a história, e onde dá para falar em voz alta.
Quando conta como feito
O diálogo levado até o fim.

O que a pesquisa sustenta, e o que não

Em dois estudos isolados, dizer palavras novas em voz alta ajudou a lembrá-las, e repetir a mesma fala manteve a fala mais solta. Para o ensaio de diálogo em si não achamos estudo: é aposta nossa.

Força da evidência: Média para palavras; fraca para o ensaio de diálogo, para o qual não achamos estudo.

O limite: É ensaio, não conversa: o app não ouve nem corrige você. O que a pesquisa mostra com mais força é conversar com alguém que responde.

Fontes. Lemos os resumos dos estudos, não os textos completos: Icht e Mama 2022.

Tela real do modo Canção no celular

Canção

Uma canção tradicional, com o que ela tem em comum com a unidade.

Opcional, não fecha a unidade

Como funciona
Uma canção tradicional ligada ao tema, com o que a letra tem em comum com a unidade destacado. A letra traz palavras que a unidade não ensina, e o app avisa.
Como usar
  1. Venha depois de outro modo, como descanso.
  2. Ouça pelo link e cante junto, várias vezes, se puder com alguém. (sugestão nossa)
  3. Repare no que a canção tem em comum com a unidade.
O que você ganha
Um reencontro a mais com a língua, pelo som e pelo ritmo. É opcional.
Quando escolher este modo
Nas unidades que têm canção, depois dos outros modos, como descanso. Ou com uma criança, para cantar junto.
Quando conta como feito
Todos os versos ouvidos, ou o toque em “Terminei este modo”.

O que a pesquisa sustenta, e o que não

Em alguns estudos, cantar ajudou a lembrar frases e a soar melhor numa língua nova. E quem gosta de uma canção costuma repeti-la (leitura nossa).

Força da evidência: Fraca. São poucos estudos, e eles divergem.

O limite: A pesquisa diverge: há estudo em que cantar atrapalhou lembrar a letra. E os estudos fizeram a pessoa ouvir e cantar; aqui, hoje, há a letra, lida em voz falada, e um link para a canção. É um reencontro a mais, opcional, e não fecha a unidade.

Fontes. Lemos os resumos dos estudos, não os textos completos: Ludke, Ferreira e Overy 2014, Racette e Peretz 2007.

Tela real do modo Eu guardo no celular

Eu guardo

A imagem volta sem a frase: diga e confira.

Não fecha a unidade: é a volta, em outro dia

Como funciona
Dias depois, a imagem volta sem a frase. Você diz a frase em voz alta, toca e confere. Sem nota: é você quem diz se lembrou.
Como usar
  1. Venha no dia em que as frases voltam. Leva poucos minutos.
  2. Diga a frase em voz alta antes de tocar.
  3. Não lembrar faz parte: ver a resposta depois de tentar também ensina.
O que você ganha
Você reencontra as frases em outro dia e tenta lembrá-las antes de ver. É a volta de uma unidade que você já estudou.
Quando escolher este modo
Nos dias em que o app traz os quadros de volta, com poucos minutos. Não no mesmo dia em que você estudou a unidade.
Quando conta como feito
Os cartões de hoje respondidos.

O que a pesquisa sustenta, e o que não

Tentar lembrar, em dias espaçados, junta as duas maneiras de estudar com a evidência mais forte: nos estudos, rendeu mais do que reler e do que repetir tudo no mesmo dia. Isso foi medido com palavras e fatos.

Força da evidência: Forte para palavras e fatos. Para frases inteiras ditas em voz alta, é leitura nossa.

O limite: Para frases inteiras ditas em voz alta, é aposta nossa. Os dias em que a imagem volta são escolha nossa, e só funciona se você tentar antes de olhar. Não fecha a unidade: é a volta de uma unidade que você já estudou.

Fontes. Lemos os resumos dos estudos, não os textos completos: Latimier, Peyre e Ramus 2021.

Fechar a unidade com um só modo é decisão nossa, não achado de pesquisa. Entre as maneiras de estudar, a que tem a evidência mais forte é voltar ao mesmo conteúdo em outro dia e tentar lembrá-lo; isso foi medido com palavras e fatos.

Como lemos a força da evidência

Forte
muitos estudos, com material e gente parecidos com os nossos.
Média
há estudos, mas longe do nosso caso: criança, laboratório, outra língua.
Fraca
poucos estudos pequenos, ou resultados que divergem.

Mesmo o que é forte foi medido em condições que não são as do nosso app.